A elegante família das cordas

Marcos Arakaki, regente

|    Concertos para a Juventude

SANTORO
BARBER
NEPOMUCENO
TCHAIKOVSKY
Ponteio
Adágio para cordas
Suíte Antiga, op. 11
Serenata em Dó maior, op. 48

Marcos Arakaki, regente

Marcos Arakaki é Regente Associado da Filarmônica de Minas Gerais. Tem conduzido importantes orquestras no Brasil e também nos Estados Unidos, México, Argentina, República Tcheca e Ucrânia. Colaborou com artistas de renome, como Pinchas Zukerman, Gabriela Montero, Sergio Tiempo, Anna Vinnitskaya, Sofya Gulyak, entre outros. Vencedor do I Concurso Nacional Eleazar de Carvalho para Jovens Regentes (2001) e do I Prêmio Camargo Guarnieri (2009), foi Regente Titular da Sinfônica da Paraíba e da Sinfônica Brasileira Jovem, com grande reconhecimento da crítica especializada e do público. Gravou a trilha sonora do filme Nosso Lar, composta por Philip Glass, com a Orquestra Sinfônica Brasileira. Natural de São Paulo, é Bacharel em Violino pela Unesp e Mestre em Regência Orquestral pela Universidade de Massachusetts. Nos últimos anos, Arakaki tem contribuído de forma decisiva para a formação de novas plateias, por meio de apresentações didáticas, bem como para a difusão da música de concertos através de turnês a mais de 70 cidades brasileiras.

Programa de Concerto

Ponteio | SANTORO

Claudio Santoro se aventurou por vários estilos composicionais, do dodecafonismo ao nacionalismo, passando até pela música eletroacústica. Era um conhecedor profundo da tradição, mas sempre se sentia instigado pela vanguarda. Além de compositor, foi uma figura fundamental também por sua atuação como violinista, regente e professor (é um dos fundadores da Orquestra do Teatro Nacional de Brasília, que hoje leva seu nome). Santoro compôs canções, peças de câmara, trilha sonora, concertos e obras orquestrais, dentre elas quatorze sinfonias. Ponteio, escrita para instrumentos de cordas em 1953, é de longe sua partitura mais conhecida.

Tchaikovsky escreveu sua Serenata para cordas no mesmo outono de 1880 em que compôs a hoje famosíssima Abertura 1812, praticamente uma em sequência da outra. Na época, seus sentimentos sobre ambas eram diametralmente opostos: "A abertura será muito alta e barulhenta, mas eu a escrevi sem qualquer sentimento caloroso de amor; provavelmente não será de mérito artístico nenhum. Mas a Serenata, ao contrário, foi escrita por um impulso interior. É uma peça do coração, e assim, atrevo-me a ter a esperança de que este trabalho não será sem qualidade artística". A obra tem como referência imediata as serenatas e divertimentos vienenses do século XVIII e, principalmente, as sinfonias italianas. Feita por um Tchaikovsky apaixonado pela música barroca, mas que não se esqueceu por um segundo sequer de suas origens.

6 mai 2018
domingo, 11h00

Sala Minas Gerais
concerto gratuito

Aguarde. Em fevereiro de 2018 divulgaremos como os ingressos serão distribuídos.

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