As vozes de Brahms – filho

Fabio Mechetti, regente
Camila Titinger, soprano
Leonardo Neiva, barítono
Coral Lírico de Minas Gerais

BRAHMS
BRAHMS
Canção do destino, op. 54
Um réquiem alemão, op. 45

Fabio Mechetti, regente

Natural de São Paulo, Fabio Mechetti é Diretor Artístico e Regente Titular da Filarmônica de Minas Gerais desde 2008, ano de sua criação. Em 2014, ao ser convidado para ocupar o cargo de Regente Principal da Filarmônica da Malásia, tornou-se o primeiro brasileiro a dirigir uma orquestra asiática. Foi Residente da Sinfônica de San Diego, Titular das sinfônicas de Syracuse, Spokane e Jacksonville, sendo agora Regente Emérito das duas últimas. Foi Regente Associado de Mstislav Rostropovich na Sinfônica Nacional de Washington. Além de uma sólida carreira nos Estados Unidos e no Brasil, já conduziu em países como México, Peru, Venezuela, Nova Zelândia, Espanha, Japão, Escócia, Finlândia, Canadá, Suécia e Itália. Mechetti é vencedor do Concurso Internacional de Regência Nicolai Malko. Possui títulos de mestrado em Composição e em Regência pela Juilliard School.

A ítalo-brasileira Camila Titinger vem tendo destaque na Europa há três anos. No Brasil, atua nos principais papéis de soprano nas mais importantes salas de concerto e ópera. Recentemente, debutou Donna Anna no Garsington Opera Festival e no Théâtre des Champs-Elysées. Desde 2018, apresenta-se com Plácido Domingo em cidades como Liubliana, Estrasburgo, Valencia, Aarhus e Boston. Foi premiada nos concursos Neue Stimmen (Alemanha), Paris Opera (França), Belvedere (Letônia), Giusy Devinu (Itália) e, em 2019, representou o Brasil na BBC Cardiff Singer of the World. Suas próximas aparições serão com a Opera de Rouen Normandie e a Philharmonie de Paris. Em 2021, fará seu debut na Alemanha, interpretando Mathilde da ópera Guilherme Tell, de Rossini, no Aalto-Theater Essen.

Nascido em Brasília, o conceituado barítono Leonardo Neiva é conhecido por sua desenvoltura cênica e versatilidade vocal. Foi revelado aos 23 anos ao ser Fígaro em O barbeiro de Sevilha, de Rossini, e, desde então, é convidado para apresentar-se em teatros do Brasil e do exterior. Leonardo foi muito elogiado pela crítica especializada ao representar o papel de Ford em Falstaff, de Verdi, junto à Osesp na Sala São Paulo. Outros papéis de destaque são Kurwenal em Tristão e Isolda de Wagner no Festival Amazonas de Ópera, e Zurga da ópera Les Pêcheurs de Perles de Bizet no Teatro Municipal de Santiago, no Chile. Integrou o elenco de Carmina Burana de Carl Orff no Teatro Nacional de São Carlos, em Lisboa, e de Rienzi de Wagner no Théâtre du Capitole, na cidade francesa de Toulouse. Apresentou-se também em recitais e concertos na Itália, Espanha, Portugal, Colômbia e EUA. Gravou em 2010 o álbum Clamores, com canções de música contemporânea do compositor Jorge Antunes.

O Coral Lírico de Minas Gerais é um dos raros grupos corais que possui programação artística permanente e interpreta repertório diversificado, incluindo motetos, óperas, oratórios e concertos sinfônico-corais. Participa da política de difusão do canto lírico promovida pelo Governo de Minas Gerais, por meio da Fundação Clóvis Salgado (FCS), a partir da realização dos projetos Concertos no Parque, Lírico Sacro, Sarau ao Meio-dia e Lírico em Concerto, além de concertos em cidades do interior de Minas e capitais brasileiras, com entrada gratuita ou preços populares. Participa também das temporadas de óperas realizadas pela FCS. Já estiveram à frente do Coral os maestros Luiz Aguiar, Marcos Thadeu, Carlos Alberto Pinto Fonseca, Ângela Pinto Coelho, Eliane Fajioli, Sílvio Viegas, Charles Roussin, Afrânio Lacerda, Márcio Miranda Pontes, Lincoln Andrade e Lara Tanaka. Criado em 1979, o Coral Lírico de Minas Gerais tornou-se Patrimônio do Estado em 2018 e comemorou quarenta anos em 2019.

Programa de Concerto

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