Concertos para a Juventude | Beethoven

José Soares, regente
Luka Milanovic, violino

|    Concertos para a Juventude

BEETHOVEN
BEETHOVEN
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BEETHOVEN
As criaturas de Prometeu, op. 43: Abertura
Marcha Zapfenstreich
Romance nº 1 em Sol maior, op. 40
Sinfonia nº 5 em dó menor, op. 67: Allegro con brio
Sinfonia nº 7 em Lá maior, op. 92: Allegro con brio

José Soares, regente

Natural de São Paulo, José Soares é Regente Assistente da Orquestra Filarmônica de Minas Gerais desde 2020. Venceu o 19º Concurso Internacional de Regência de Tóquio, edição 2021 (Tokyo International Music Competition for Conducting). José Soares recebeu também o prêmio do público na mesma competição. Iniciou-se na música com sua mãe, Ana Yara Campos. Estudou Regência Orquestral com o maestro Cláudio Cruz, em um programa regular de masterclasses em parceria com a Orquestra Sinfônica Jovem do Estado de São Paulo. Participou como bolsista nas edições de 2016 e 2017 do Festival Internacional de Inverno de Campos do Jordão, sendo orientado por Marin Alsop, Arvo Volmer, Giancarlo Guerrero e Alexander Libreich. Recebeu, nesta última, o Prêmio de Regência, tendo sido convidado a atuar como regente assistente da Osesp em parte da temporada 2018, participando de um Concerto Matinal a convite de Marin Alsop. Foi aluno do Laboratório de Regência da Orquestra Filarmônica de Minas Gerais, sendo convidado pelo maestro Fabio Mechetti a reger um dos Concertos para a Juventude da temporada 2019. Em julho desse mesmo ano, teve aulas com Paavo Järvi, Neëme Järvi, Kristjan Järvi e Leonid Grin, como parte do programa de Regência do Festival de Música de Parnü, Estônia. Atualmente, cursa o bacharelado em Composição pela Universidade de São Paulo.

Luka Milanovic nasceu em Belgrado, Sérvia, onde estudou violino na Escola Primária e Secundária Kosta Manojlovic, com a professora Sanda Dramićanin. Em seu país, conquistou o primeiro lugar na Republic Competition of Chamber Duos em 2002, foi laureado na competição Vojislav Vučković em 2002 e 2003, anos em que também foi premiado na competição Smederevski Dani. Em 2011, formou-se pela Faculdade de Música da Universidade de Belgrado na classe da professora Jasna Maksimović. Em 2020, tornou-se Mestre pela UFMG. Atuou como solista e membro da orquestra do grupo folclórico Frula em apresentações nos EUA, Alemanha e Chipre. Tocou com a Berliner Jugendorchestra em Belgrado como um dos convidados da Sérvia. Luka integra a Filarmônica de Minas Gerais desde 2008. Tanto na música de câmara quanto na música popular mineira, mantém rotina de gravações e apresentações com artistas como Rafael Martini, Felipe José, Davi Fonseca e Paulim Sartori. Frequentou masterclasses de Igor Ozim, Vadim Gluzman, Rachel Barton Pine e Augustin Hadelich. Desde 2020, está sob mentoria de Robert Lakatos.

Programa de Concerto

As criaturas de Prometeu, op. 43: Abertura | BEETHOVEN

Beethoven escreveu a música para o balé As criaturas de Prometeu, de Salvatore Viganò, entre a composição de suas duas primeiras sinfonias. A música de cena, por princípio, deveria ser mais fácil do que a destinada às salas de concerto, e o Prometeu mostra Beethoven explorando efeitos orquestrais que jamais apareceriam em suas sinfonias. Porém, mais tarde, ele usaria material do balé nas Variações para piano op. 35 e no finale da Sinfonia Eroica.

Instrumentação: piccolo, 2 oboés, 2 clarinetes, 2 fagotes, contrafagote, 2 trompas, 2 trompetes, percussão.

O primeiro Romance, em Sol maior (provável movimento lento concebido para o inacabado Concerto Wo05), foi composto em 1799 e publicado em 1802. Seu tema principal, em Andante lento, tem caráter pastoral e o desenvolvimento constrói um diálogo permanente entre o solista e a orquestra

Embora os muitos esboços da Quinta Sinfonia datem já do início de 1804, Beethoven trabalhou assiduamente na obra apenas em 1807 e terminou a composição no início de 1808. Foi executada, pela primeira vez, no dia 22 de dezembro de 1808, no Theater an der Wien, por um grupo de músicos recrutados para a ocasião, sob a regência do próprio Beethoven. Nesse célebre concerto em que foram estreadas várias obras importantes e longas, Beethoven ainda sentou-se ao piano para uma série de improvisações.

No dia 8 de dezembro de 1813, Beethoven realizou na Universidade de Viena a primeira audição da Sétima Sinfonia. A pedido do público, o segundo movimento foi repetido como bis. O sucesso teve um significado especial para o compositor, pois, ao eleger o ritmo como elemento dominante da sinfonia, ele o idealizou como fator socializante, capaz de moldar os sentimentos coletivos (coincidentemente, a estreia ocorreu por ocasião de um concerto beneficente para os inválidos das guerras napoleônicas). Sob o aspecto da predominância do elemento rítmico, a Sétima se assemelha à Quinta. Entretanto, há entre elas uma diferença estrutural. Na Sinfonia nº 5, a força e a unidade advêm da recorrência da mesma célula rítmica em todos os movimentos; na Sétima, ao contrário, cada andamento é modelado e diferenciado por um padrão rítmico próprio. A estratificação de uma figura rítmica persistente, facilmente perceptível em cada parte, define o perfil da Sinfonia como um todo.

10 out 2021
domingo, 11h00

Sala Minas Gerais
Gratuito

A retirada de ingressos começará na sexta-feira, dia 8 de outubro, após as 12h, somente online. Limitada a dois ingressos por pessoa.

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