Filarmônica em Câmara-Digital

Rommel Fernandes, violino
Nathan Medina, viola
Clémence Boinot, harpa
Israel Muniz, corne inglês
Joanna Bello, violino
Rodrigo Bustamante, violino
Gerry Varona, viola
Camilla Ribeiro, violoncelo

|    Filarmônica em Câmara

MARTINU
PASCULLI
WOLFF
Três Madrigais
Homenagem a Bellini
Quarteto do adeus

Rommel Fernandes, violino

Rommel Fernandes é spalla associado da Filarmônica e mantém intensa atividade como recitalista e músico de câmara. Foi solista frente a diversas orquestras, incluindo a Filarmônica de Minas Gerais, a Osesp (como vencedor do concurso Jovens Solistas), Orquestra Unisinos, Orquestra de Câmara da Unesp, Advent Chamber e Northwestern University Chamber Orchestra. Destaca-se também como intérprete de música contemporânea, atuando com os grupos Oficina Música Viva e Sonante 21. Realizou primeiras audições mundiais de obras de Douglas Boyce (Floruit Egregiis, para violino e cello) e Silvio Ferraz (Partita II, para violino solo), além de estreias brasileiras de obras de Pierre Boulez (Anthèmes I, para violino solo) e Mario Mary (Aarhus, para violino e eletrônica). Foi músico convidado das sinfônicas de Boston e Chicago, colaborou com o grupo Fifth House Ensemble, fez parte do corpo docente da North Park University e foi membro da Chicago Civic Orchestra.

Nathan Medina começou a estudar música aos sete anos em Portland (EUA), sua cidade natal. Teve aulas de violino com Kathy Walden e Robert Hertzel. Aos dezoito anos, ganhou bolsa para aperfeiçoar-se com Kelly Farris na Eastern Washington University e tocar na Spokane Symphony, sob direção de Fabio Mechetti. Nos verões de 1994 e 1995, começou seus estudos em viola e continuou se dedicando ao violino na Meadowmount School of Music com Alan Bodman. Graduou-se em Violino pela Eastern Washington University e é Mestre pela Universidade de Washington, sob orientação de Steven Staryk e Robert Davidovici. Nathan foi Viola Principal na Yakima Symphony de 1998 a 2000. Nesse mesmo período, foi chefe dos Segundos Violinos da Federal Way Symphony e da Spokane Symphony. Em 2001, iniciou doutorado pela Universidade de Washington, recebendo bolsa Brechemin para estudar viola com Helen Callus e violino com Ronald Patterson. Aperfeiçoou-se na Le Domaine Forget Académie de Music, no Canadá, de 2003 a 2004.

Clémence é apaixonada pela harpa desde os cinco anos. Começou a estudar o instrumento orientada por Isabelle Lagors em sua cidade natal, Cergy-Pontoise, na França. Seu amor continuou a crescer e, aos 20, ingressou na Haute École de Musique de Genebra, na Suíça. Em 2013, após seis anos de aperfeiçoamento sob orientação de Florence Sitruk, Clémence concluiu seu bacharelado com honra. Dois anos depois, tornou-se Mestre em Pedagogia. Concluiu os estudos em 2017 com um mestrado em Solo Performance. Paralelamente, Clémence participou de vários projetos de música de câmara e foi membro-fundadora do grupo Caravelle. Clémence foi professora de harpa por muitos anos e adora compartilhar seu conhecimento com os estudantes. Em 2017, foi convidada a ensinar jovens harpistas no Neojiba, em Salvador, Bahia. Com essa experiência, ela se encantou pelo Brasil e, poucos meses depois, juntou-se à Filarmônica de Minas Gerais.

O paulista Israel Silas Muniz começou a estudar música aos seis anos de idade com a flauta doce. Posteriormente, passou a dedicar-se ao oboé, sendo orientado por Benito Saches e Éser Menezes. Deu continuidade aos estudos na cidade alemã de Colônia, onde obteve seu Diplom Musiker orientado pelos professores Christian Wetzel, Washington Barella, Ikuko Homma e Michael Sieg. Israel participou de festivais, eventos camerísticos e masterclasses com Hansjörg Schellenberger, Andreas Wittmann, Washington Barella, François Leleux, Alex Klein, Ingo Goritzki, Florian Hasel e Dominik Wollemweber. Venceu concursos para Jovens Solistas da Escola Municipal de Música de São Paulo, da Orquestra Experimental de Repertório e da Orquestra Petrobras Pró-Música, tendo ainda participado do Concurso de Genebra. Na Alemanha, trabalhou nas orquestras Bamberger Symphoniker, SWR Baden Baden und Freiburg, Staatstheater Braunschweig, Deutsche Kammerphilharmonie Bremen. No Brasil, atuou na Orquestra Sinfônica do Estado de São Paulo (Osesp), na Sinfônica da USP (Universidade de São Paulo), na Orquestra Experimental de Repertório, entre outras. Integra o naipe de Oboés da Filarmônica como corne inglês solo.

Nascida em Caracas, Venezuela, Joanna começou seus estudos de violino no El Sistema, e logo depois recebeu uma bolsa para o renomado Colégio Emil Friedman. Desde jovem, demostrou grande interesse pela música de câmara, tendo realizado mestrado nessa área pela Universidade de Michigan (EUA), sob orientação de Stephen Shipps. Em 2002, passou a integrar a Orquestra de Câmara do Chile e a lecionar Violino na Universidad Mayor, em Santiago. Ainda no Chile, formou o Ensamble Nuevo Mundo, grupo camerístico com o qual realizou concertos nas principais salas do país. No Brasil, Joanna foi spalla da Camerata Antiqua, em Curitiba, até ingressar na Filarmônica, em 2015. Atualmente, também faz parte do Quarteto Guignard.

Antes de juntar-se à Filarmônica em 2012, Rodrigo foi spalla da Orquestra de Câmara do Theatro São Pedro (RS) entre 2005 e 2010, grupo com a qual também foi solista. Atuou ainda na Sinfônica de Porto Alegre, na New Eastman Symphony, na Eastman Virtuosi, na Orquestra de Câmara da Ulbra, entre outras. Mantém frequente atividade camerística, com destaque para atuações e turnês ao lado do Offenburger Streichtrio, do violinista canadense Guillaume Tardif e dos quartetos Libertas e Guignard. Recebeu o Prêmio Açorianos de Melhor Grupo de Câmara e foi indicado ao prêmio de Melhor Instrumentista pela atuação no álbum Kinematic, com o Musitrio. Rodrigo é graduado em Violino pela UFRGS, onde também atuou como professor substituto, e é Mestre em Violin Performance and Literature pela Eastman School of Music, na classe de Ilya Kaler e Mitchell Stern.

O filipino Gerry é integrante da Filarmônica desde 2012, e tem um apreço especial pela música de câmara e por composições contemporâneas. Foi chefe de naipe na IU Philharmonic e assistente de chefe de naipe na orquestra Evansville Philharmonic e nas sinfônicas de Baton Rouge, Acadiana e Owensboro. Venceu o primeiro lugar no National Music Competition, nas Filipinas, e em outros concursos de viola nos Estados Unidos. Realizou seu mestrado na Universidade de Indiana, com bolsa da Fellowship Barbara and David Jacobs, e, ao longo dos anos, estudou com alguns dos violistas mais reconhecidos do mundo, tais como Jerzy Kosmala, Atar Arad e Matthew Daline. Como solista, já se apresentou com a IU Chamber, sob a regência de Jaime Laredo, a LSU Symphony, a Musicoop e a Peace Philharmonic Philippines.

Com passagens pelas orquestras Jovem do Estado de São Paulo, Sinfônica de Santo André e Experimental de Repertório, Camilla integra, desde 2011, o naipe de violoncelos da Filarmônica. Já se apresentou com a Osesp como musicista convidada e frequentou o Festival Internacional de Campos do Jordão, o Festival de Música de Santa Catarina, o Rio International Cello Encounter, entre outros. Como camerista, aperfeiçoou-se no Projeto Serioso, liderado por Richard Young, do Quarteto Vermeer, e colaborou com diversos grupos. Atualmente, Camilla é integrante do Quarteto Guignard. Natural de Belém, Pará, iniciou seus estudos no Conservatório Carlos Gomes e, em 2005, obteve primeiro lugar no Concurso Nacional de Cordas Paulo Bosísio.

Programa de Concerto

— Kaddish (sobre temas de Henry Wolff)
— Scherzo Rio Grande
— Lamento
— Libertas (Caipirinha)

Joanna Bello e Rodrigo Bustamante, violinos
Gerry Varona, viola
Camilla Ribeiro, violoncelo

18 out 2020
domingo, 11h00

Sala Minas Gerais
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