Kopetzki, Miki, Mozart e Enescu

Rafael Alberto, marimba
Hilvic González, tímpano
Sérgio Aluotto, percussão
Werner Silveira, percussão
Daniel Lemos, percussão
Públio Silva, oboé
Gideôni Loamir, violino
Nathan Medina, viola
Emília Neves, violoncelo
Luis Andrés Moncada, violino
Laura von Atzingen, violino
Wesley Prates Lima, violino
Wagner Oliveira, violino
Mikhail Bugaev, viola
Valentina Shmyreva, viola
Camilla Ribeiro, violoncelo
Lucas Barros, violoncelo

|    Filarmônica em Câmara

E. KOPETZKI
MIKI
MOZART
ENESCU
O canto da serpente
Marimba Spiritual
Quarteto para oboé e cordas em Fá maior, K. 370
Octeto para cordas em Dó maior, op. 7

Rafael Alberto, marimba

Rafael Alberto é Percussionista Principal da Filarmônica de Minas Gerais desde 2011. Natural de Santos (SP), iniciou seus estudos formais em música no Conservatório de Tatuí, sob orientação de Javier Calvino e Luis Marcos Caldana. Seguiu na Universidade Estadual Paulista (Unesp), graduando-se sob orientação de John Boudler, Carlos Stasi e Eduardo Gianesella. Em 2011, concluiu seu mestrado em música pela Stony Brook University, em Nova York, como aluno de Eduardo Leandro. Participou dos festivais Música nas Montanhas (sétima edição), em Poços de Caldas, de Música de Santa Catarina, de Inverno de Campos do Jordão (em quatro edições) e foi aluno da 33ª Cloyd Duff Timpani Masterclass, na Universidade da Georgia (EUA). Juntamente com Leonardo Gorosito, é membro-fundador do Desvio, grupo dedicado a compor e interpretar novas peças para percussão. O duo tem dois discos, sendo o segundo, Ritmos Brasileiros, lançado pelo selo Naxos. Suas peças têm sido executadas por músicos de países como Inglaterra, França, Bélgica, Japão, Singapura, Dinamarca e Estados Unidos. Como solista junto à Filarmônica, Rafael executou o Concerto para vibrafone, de Ney Rosauro, em 2012 e o Concerto para vibrafone, de Villani-Côrtes, em 2017.

Hilvic nasceu em Caracas, Venezuela, iniciando sua trajetória musical no Conservatório de Música Simon Bolívar, sob a orientação dos professores Yvan Hernández, Ricardo Alvarado, Jaider Arteaga e Ramón Granda. De 2007 a 2017, sob a regência de Christian Vásquez, foi chefe de naipe da Orquestra Teresa Carreño; em seguida, integrou a Orquestra Sinfônica Simón Bolívar sob a regência de Gustavo Dudamel. Tocou em grandes festivais, como o Beethovenfest em Bonn e o Festival de Salzburgo, e em importantes salas de concerto, como a Philharmonie de Berlim, Concertgebouw de Amsterdã, Konzerthus de Viena, NCPA de Pequim e Teatro Mariinsky em São Petersburgo. Trabalhou com regentes como Claudio Abbado, Simon Rattle, Gustavo Dudamel e Rafael Frühbeck de Burgos, e com solistas como Gil Shaham, Ray Chen e Jean-Yves Thibaudet. Hilvic participou da 49ª edição do Festival de Campos de Jordão sob a orientação dos maestros Ricardo Bologna e Eduardo Gianesella e fez parte do Tour México 2019 da Orquestra das Américas. Atualmente, é artista da renomada marca alemã de tímpanos Hardtke, sendo o mais jovem desta seleção.

Natural de Belo Horizonte, graduou-se em Percussão pela UFMG com Fernando Rocha. Estudou na Drummers Collective, Nova York, e teve aulas com Rubén Zuñiga, Eduardo Gianesella, Ricardo Bologna, Eduardo Leandro, John Rilley e Michael Lauren. Em 2004 foi selecionado no projeto Orquestra para Todos da Orquestra Sinfônica Brasileira. Na UFMG, participou da Orquestra e do Grupo de Percussão. Integrou a Orquestra Sinfônica de Minas Gerais e a Orquestra Ouro Preto. Compositor e intérprete, gravou o álbum Incipit e atuou com diversos músicos brasileiros. Integra a Filarmônica desde 2008.

Werner Silveira graduou-se em Percussão em 2003 pela Universidade Federal de Minas Gerais sob orientação de Fernando Rocha. Foi professor e coordenador do Grupo de Percussão da Escola de Música do Centro de Formação Artística da Fundação Clóvis Salgado e coordenou o Departamento de Música dessa mesma instituição. Integrou a Orquestra Sinfônica de Minas Gerais e desde 2008 é membro da Filarmônica de Minas Gerais. Desenvolve o projeto Degustação Musical, um ciclo de palestras temáticas que tem como objetivo expandir e desenvolver nossas percepções pessoais e profissionais por meio da interação das artes, da história e da filosofia.

Realizou seus primeiros estudos em Percussão na Escola Municipal de Música de São Paulo, com Elizabeth Del Grande. Concluiu bacharelado pela Unesp com John Boudler, Carlos Stasi e Eduardo Gianesella. Como membro do grupo Piap, gravou o álbum Obras Brasileiras Inéditas para Percussão. Como timpanista da Amazonas Filarmônica participou de nove edições do Festival Amazonas de Ópera. Lecionou no Centro Cultural Cláudio Santoro e na Universidade do Estado do Amazonas, realizando concertos como diretor dos grupos de percussão dessas instituições. Aperfeiçoou-se em masterclasses com Vic Firth, Ney Rosauro, Eduardo Leandro, Christopher Lamb, Ricardo Bologna e Leigh H. Stevens. Daniel é músico Principal Assistente de Percussão na Filarmônica desde 2008.

Públio iniciou seus estudos de oboé com Andrea da Silva Silvério em 2011 e, no ano seguinte, ingressou na Escola de Música do Estado de São Paulo (Emesp), sob a orientação de Natan Albuquerque Júnior. Em 2014, foi aprovado na Academia de Música da Osesp, tendo Arcádio Minczuk como professor. Dentre suas participações em orquestra destacam-se a Filarmônica de Goiás como Principal Oboé, a Osesp como academista, a Sinfônica de São José dos Campos e a Orquestra Jovem do Estado de São Paulo. Atuou sob a regência de maestros como Neil Thomson, Giancarlo Guerreiro, Eiji Oue, Marin Alsop, Sian Edwards e Isaac Karabtchevsky. Públio é Oboé Principal Assistente na Filarmônica desde 2016.

Gideôni iniciou seus estudos de violino aos oito anos de idade no projeto Cidade da Música, em Volta Redonda, interior do Rio de Janeiro. Durante seus nove anos na instituição, foi orientado pelos professores Maria José dos Campos, Paulo Bosísio e Ricardo Amado. Em 2010, ingressou no projeto Música nas Escolas como instrumentista e professor, sob supervisão de Ana de Oliveira, atuando também como spalla na Orquestra Sinfônica de Barra Mansa. Em 2015, formou-se sob orientação de Davi Graton na Academia da Osesp, onde também teve aulas com Emmanuele Baldini. O violinista participou de festivais como o de Música de Pelotas (2014 e 2015) e de Campos do Jordão (2013). Atuou como spalla nas edições 2012 e 2013 da orquestra do Festival de Música de Santa Catarina, tendo recebido o prêmio de aluno revelação na primeira. Aperfeiçoou-se também no curso de prática de improvisação no Instituto de Artes Califórnia, em Los Angeles, no ano de 2011.

Nathan Medina começou a estudar música aos sete anos em Portland (EUA), sua cidade natal. Teve aulas de violino com Kathy Walden e Robert Hertzel. Aos dezoito anos, ganhou bolsa para aperfeiçoar-se com Kelly Farris na Eastern Washington University e tocar na Spokane Symphony, sob direção de Fabio Mechetti. Nos verões de 1994 e 1995, começou seus estudos em viola e continuou se dedicando ao violino na Meadowmount School of Music com Alan Bodman. Graduou-se em Violino pela Eastern Washington University e é Mestre pela Universidade de Washington, sob orientação de Steven Staryk e Robert Davidovici. Nathan foi Viola Principal na Yakima Symphony de 1998 a 2000. Nesse mesmo período, foi chefe dos Segundos Violinos da Federal Way Symphony e da Spokane Symphony. Em 2001, iniciou doutorado pela Universidade de Washington, recebendo bolsa Brechemin para estudar viola com Helen Callus e violino com Ronald Patterson. Aperfeiçoou-se na Le Domaine Forget Académie de Music, no Canadá, de 2003 a 2004.

Emília nasceu em Belém do Pará, onde iniciou seus estudos musicais aos cinco anos no Conservatório Carlos Gomes como aluna de piano de Dóris Azevedo. Aos nove, foi admitida na classe de violoncelo, sob orientação do professor Áureo de Freitas, e, posteriormente, de Joel Costa. Em 2004, Emília concluiu sua formação pelo Conservatório e foi vencedora do I Concurso de Jovens Solistas da instituição. No mesmo ano, realizou curso de especialização em repertório orquestral com Nelzimar Neves, Violoncelo Principal na Tucson Symphony Orchestra na época. Emília também foi aluna de Antonio Lauro Del Claro e, atualmente, aperfeiçoa-se com Elise Pittenger. Participou de masterclasses com grandes violoncelistas e de festivais como o de Campos do Jordão. Sua trajetória profissional como musicista começou em 2004 na Orquestra Sinfônica do Theatro da Paz, em Belém, onde ocupou o cargo de Assistente de Chefe de Naipe entre 2005 e 2006. Atuou também em São Paulo nas orquestras Sinfônica de Santo André, de Câmara da USP e Experimental de Repertório.

O venezuelano Luis Andrés Moncada formou-se na Academia Latino-americana de Violino, parte do El Sistema, sob orientação de Sergio Celis e José Francisco del Castillo. Participou de festivais de música na Venezuela, em outros países latinos e também na Europa, recebendo aulas de Felicitas Clamor-Hofmeister, Daniel Stabrawa, Christian Stadelmann, Alexis Cardenas, Virginie Robbiliard, Donald Weilerstein e Markus Daunert. De 2007 a 2017, sob regência de Christian Vásquez, foi chefe de naipe da Sinfônica Teresa Carreño, na Venezuela. Com o grupo, apresentou-se em festivais como o de Salzburgo, o de Lucerna e o BBC Proms de Londres, e em salas como a Philharmonie de Berlim, o Concertgebouw de Amsterdam, o Konzerthaus de Viena, Teatro alla Scala de Milão e o National Performing Arts de Pequim. Já trabalhou com Claudio Abbado, Sir Simon Rattle, Gustavo Dudamel, Plácido Domingo, Itzhak Perlman, Yo-Yo Ma, Lang Lang, Yuja Wang, Juan Diego Flórez, Pinchas Zukerman, Rafael Frühbeck de Burgos, Ricardo Castro e Martha Argerich. Luis foi membro do Quarteto Teresa Carreño, com o qual venceu as três últimas edições do Concurso Nacional de Música de Câmara de Caracas. Entre 2017 e 2018, antes de se juntar à Filarmônica, trabalhou com o Neojiba e integrou a Orquestra Sinfônica da Bahia. Toda a sua carreira teve o apoio e a orientação do maestro José Antonio Abreu, fundador do El Sistema.

Laura von Atzingen começou a estudar violino aos três anos com a professora Luciene Vilani. Concluiu seu bacharelado em Violino na UFMG na classe do professor Edson Queiroz. Durante sua graduação, foi segundo lugar do Concurso Nacional de Cordas Paulo Bosísio (2011) e venceu os concursos para jovens solistas da Orquestra Sinfônica de Minas Gerais (2012) e da Orquestra da Escola de Música da UFMG (2012). Em 2018, no Festival de Juiz de Fora, apresentou Desafio III de Marlos Nobre com a Orquestra de Câmara Sesiminas. Laura participou de festivais, como o de Campos do Jordão, em 2007 e 2008, e o Festival junger Künstler Bayreuth (2010) na Alemanha, onde trabalhou com regentes como Kurt Masur, Osvaldo Ferreira, Alex Klein e Patrick Lange. Em 2017, Laura concluiu seu mestrado em Performance pela Duquesne University (Pittsburgh, EUA), na classe do professor Charles Stegeman. Para a realização do curso, teve bolsa completa da Universidade e foi spalla da orquestra da instituição, bem como integrante do seu quarteto de cordas. Ainda nos EUA, foi violinista substituta nas sinfônicas de Westmoreland e Wheeling. De 2012 a 2019, Laura integrou o naipe de Primeiros Violinos da Orquestra de Câmara Sesiminas. É instrumentista da Filarmônica desde 2019.

Wesley nasceu em São Paulo, onde iniciou seus estudos aos 11 anos com Renata Jaffé. Posteriormente, sob orientação da professora, apresentou-se como solista em salas de concerto em São Paulo, na Argentina, na Itália e nos Estados Unidos, ocasiões em que tocou o Scherzo Tarantelle de Wieniawski e a Primavera d’As quatro estações de Vivaldi. O violinista participou de diversos festivais no Brasil e também do Summer Camp da Pensacola Christian College, na Flórida (EUA). Como vencedor de um concurso em que tocou a Chaconne de J. S. Bach, ganhou bolsa integral para o Festival de Música da Palm Beach Atlantic University, também na Flórida. Em 2010, venceu o Concurso Nacional de Solistas da Fundação Eleazar de Carvalho, solando o Concerto nº 1 de Max Bruch com a Filarmônica de Itu. De 2013 a 2018, Wesley integrou a Orquestra Jovem do Estado de São Paulo e a Orquestra Sinfônica Municipal de Santos, onde foi também solista interpretando o Concerto nº 2 de Wieniawski e o Concerto para quatro violinos de Vivaldi. Nesse período, recebeu orientações dos violinistas Cláudio Cruz, Maria Fernanda Krug e Marcelo Soares. Wesley é licenciado em Música pela Universidade Metropolitana de Santos.

Wagner Oliveira iniciou seus estudos em Maceió aos sete anos. Aos 13 anos, foi bolsista da Orquestra de Câmara da Universidade Federal de Alagoas. Em São Paulo, foi aluno do projeto Guri, na Escola de Música do Estado de São Paulo, com o professor Ênio Antunes, e do Instituto Baccarelli, orientado pela professora Andréa Campos. Entre 2015 e 2017, foi spalla das Orquestras Juvenil e Sinfônica Heliópolis. Nos Estados Unidos, atuou no naipe de Primeiros Violinos da American Youth Symphony sob regência do maestro Carlos Izcaray, e foi Principal Segundo Violino da APU Symphony (Azusa Pacific University) sob regência do maestro Christopher Russell. Em 2020, recebeu o Artist Certificate Diploma pela Azusa Pacific University, na classe da professora Ingrid Chun. Wagner também colaborou com maestros como Carlos Miguel Prieto, Marin Alsop e Isaac Karabtchevsky.

Mikhail Bugaev nasceu em Novosibirsk, Rússia. Durante sua formação no Conservatório Estatal de Novosibirsk, onde estudou com Yuri Mazchenko, Mikhail iniciou sua carreira profissional como membro da Orquestra Sinfônica de Novosibirsk e da Novosibirsk Kamerata. Em 2009, mudou-se para os Estados Unidos para prosseguir os estudos e, em 2013, completou seu doutorado na Michigan State University, sob orientação de Yuri Gandelsman. Nos Estados Unidos, Bugaev tocou regularmente com Kalamazoo, Flint, Lansing e as sinfônicas de West Michigan e Traverse; foi músico convidado nas orquestras sinfônicas de Minnesota, Grand Rapids, Arkansas e West Virginia. Como solista, apresentou-se com a Orquestra Sinfônica de Novosibirsk, a Novosibirsk Kamerata e a Orquestra Sinfônica de Livingston. É um ativo músico de câmara, tendo participado de festivais com o Quarteto São Petersburgo, Yuri Gandelsman, Ilya Kaler, Suren Bagratuni e Walter Verdehr. Como educador, foi membro do corpo de professores do Blue Lake Fine Art Camp de 2012 a 2018.

Natural de Novosibirsk, a violista russa Valentina Shmyreva completou o bacharelado e o mestrado em performance no Conservatório Estatal de sua província natal. Após trabalhar alguns anos na Orquestra de Câmara de Novosibirsk, tornou-se membro da Orquestra Sinfônica de Novosibirsk em 1992. Ingressou na Novosibirsk Kamerata em 1995, sendo violista principal do grupo a partir de 2001.

Valentina atuou como solista com a Orquestra Sinfônica de Novosibirsk e a Novosibirsk Kamerata. Como musicista desses grupos participou de turnês na França, Inglaterra, Alemanha, Suíça, Espanha e Japão. Ao longo de sua carreira, trabalhou com artistas como Mstislav Rostropovich, Valery Gergiev, Alexander Lazarev, Vladimir Spivakov, Natalia Gutman, Vadim Repin, Maxim Vengerov, Mikhail Pletnev, Alexander Knyazev e Denis Matsuev.

Nos Estados Unidos, participou do Cello Plus Music Festival na Universidade Estadual de Michigan e atuou nas orquestras sinfônicas de Grand Rapids, Kalamazoo, Lansing, Traverse, West-Michigan e West Virgina. Valentina foi membro da Midland Symphony e violista principal assistente das orquestras South-West Michigan e Battle Creek Symphony.

Com passagens pelas orquestras Jovem do Estado de São Paulo, Sinfônica de Santo André e Experimental de Repertório, Camilla integra, desde 2011, o naipe de violoncelos da Filarmônica. Já se apresentou com a Osesp como musicista convidada e frequentou o Festival Internacional de Campos do Jordão, o Festival de Música de Santa Catarina, o Rio International Cello Encounter, entre outros. Como camerista, aperfeiçoou-se no Projeto Serioso, liderado por Richard Young, do Quarteto Vermeer, e colaborou com diversos grupos. Atualmente, Camilla é integrante do Quarteto Guignard. Natural de Belém, Pará, iniciou seus estudos no Conservatório Carlos Gomes e, em 2005, obteve primeiro lugar no Concurso Nacional de Cordas Paulo Bosísio.

Lucas Barros nasceu em uma família de músicos. Começou pelo violino e oboé com seus tios e, aos nove anos de idade, decidiu seguir os estudos com o violoncelo, orientado por Antonio Viola, da Universidade Estadual de Minas Gerais. Dois anos mais tarde, passou a aperfeiçoar-se com Fabio Presgrave, na Escola de Música de São Brás do Suaçuí. Também foi regularmente orientado por seu tio Eliseu Barros, professor de violino na Universidade Federal de Minas Gerais. Concluiu o bacharelado na Universidade Federal do Rio Grande do Norte em 2018, na classe do Prof. Dr. Fabio Presgrave. Participou de diversos festivais, como o Internacional de Campos do Jordão, o Música nas Montanhas e o Villa-Lobos. Atuou como solista com as orquestras Filarmônica e Sinfônica de Minas Gerais, Filarmônica de Goiás, Sinfônica da UFRN, a de Câmara Sesiminas, entre outras. Apresentou-se também na temporada de concertos do BNDES, no Rio de Janeiro.Lucas recebeu o Primeiro Prêmio no VI David Popper International Cello Competition (Hungria – 2015); o segundo lugar geral e o prêmio Nanny Devos para o brasileiro mais bem colocado no Rio International Cello Encounter (2013); o primeiro lugar no Concurso para Jovens Solistas da Sinfônica de Minas Gerais (2010 e 2011). Em 2015, venceu o concurso promovido pelo Mozarteum Brasileiro, que lhe proporcionou um ano na academia da Deutsches Symphonie-Orchester Berlin (DSO Berlin). Lá estudou com Matias de Oliveira Pinto, Mathias Donderer e Fabio Presgrave. Lucas é violoncelista na Filarmônica desde 2017.

Programa de Concerto

– Rafael Alberto, marimba

– Daniel Lemos, percussão

– Sérgio Aluotto, percussão

– Werner Silveira, percussão

 

– Luis Andrés Moncada, violino

– Laura von Atzingen, violino

– Wesley Prates, violino

– Wagner Oliveira, violino

– Mikhail Bugaev, viola

– Valentina Shmyreva, viola

– Camilla Ribeiro, violoncelo

– Lucas Barros, violoncelo

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28 jun 2022
terça-feira, 20h30

Sala Minas Gerais
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