Serenatas de Mozart

José Soares, regente

|    Serenatas de Verão

MOZART
MOZART
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Serenata nº 11 para instrumentos de sopros em Mi bemol maior, K. 375
Pequena serenata noturna, K. 525
Serenata nº 6 em Ré maior, K. 239, “Noturna”

José Soares, regente

José Soares é Regente Assistente da Orquestra Filarmônica de Minas Gerais desde o início de 2020. Natural de São Paulo, iniciou-se na música com sua mãe, Ana Yara Campos. Estudou Regência Orquestral com o maestro Cláudio Cruz, em um programa regular de masterclasses em parceria com a Orquestra Sinfônica Jovem do Estado de São Paulo. Participou como bolsista nas edições de 2016 e 2017 do Festival Internacional de Inverno Campos do Jordão, sendo orientado por Marin Alsop, Arvo Volmer, Giancarlo Guerrero e Alexander Libreich. Recebeu, nesta última, o Prêmio de Regência, tendo sido convidado a atuar como regente assistente da Osesp em parte da temporada 2018, participando de um Concerto Matinal a convite de Marin Alsop. Foi aluno do Laboratório de Regência da Orquestra Filarmônica de Minas Gerais, sendo convidado pelo maestro Fabio Mechetti a reger um dos Concertos para a Juventude da temporada 2019. Em julho deste mesmo ano, teve aulas com Paavo Järvi, Neëme Järvi, Kristjan Järvi e Leonid Grin, como parte do programa de Regência do Festival de Música de Parnü, Estônia. Atualmente cursa o bacharelado em Composição pela Universidade de São Paulo.

Programa de Concerto

A Serenata K. 239 foi composta em Salzburgo, em janeiro de 1776. A obra tem o diferencial de ter sido composta para dois grupos instrumentais: o primeiro é formado por dois violinos solistas, primeira viola e contrabaixo; o segundo é composto por primeiro(s) e segundo(s) violino(s), segunda(s) viola(s), violoncelo(s) e tímpanos. Das serenatas de Mozart, talvez essa seja a que se assemelhe mais com a suíte de danças. Não obstante, seu caráter concertante lhe confere um aspecto meio arcaico (na fórmula, não no estilo ou na linguagem) raro de se observar no Classicismo. Raro também é o trabalho nítido com o espaço: o diálogo entre dois grupos instrumentais, já explorado desde pelo menos o século XVI, constitui uma clara experiência com efeitos acústicos. É interessante notar também que, no Rondó final, Mozart insere (ou cita), claramente, algum tema de origem popular.

28 jan 2021
quinta-feira, 20h30

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